Foram responsáveis pelo desenvolvimento do projeto, a professora intérprete e supervisora da sala da acessibilidade, Cecília Rodrigues, Elany Cristina, instrutora surda e a professora Marta Kerly.
Durante cinco semanas, as crianças tiveram acesso a atividades com a utilização de vídeos, músicas, brincadeiras, além de softwares educacionais no laboratório de informática, com o objetivo de buscar o desenvolvimento da capacidade linguística das crianças, dentro das limitações de cada uma.
De acordo com Marta Kerly Almeida, especialista em Educação Infantil e professora da sala de acessibilidade, o projeto surgiu com o intuito de incluir as crianças especiais no ensino regular e superou as expectativas das organizadoras. “Nós procuramos facilitar o desenvolvimento das habilidades e competências para a leitura e escrita. As atividades consistiram em medidas práticas e concretas. Não esperávamos que as famílias fossem ser tão participativas, nós percebemos que os pais das crianças procuravam interagir com as atividades linguísticas e cognitivas, e estavam sempre presentes nos atendimentos,” relatou.
Ainda segundo Kerly, os alunos que participaram das apresentações foram os que mais se destacaram no que diz respeito as habilidades linguísticas, e estavam aptos a atuarem na peça. No entanto, todas as crianças tem demonstrado grandes habilidades.
O projeto teve o apoio da Prefeitura Municipal, da Secretaria de Educação e da Casa da Família, além de outras instituições de ensino, como a Creche Santa Cecília e a escola municipal Maria Tâmara.
Jéssica Freitas | Edição Matureia1.com