Os produtos são oriundos dos estoques públicos do governo brasileiro. O papel da Conab é transportar os alimentos até os portos. A partir daí o Programa Mundial de Alimentos (PMA) se encarrega em enviá-los aos países atendidos.
Para a Organização das Nações Unidas (ONU), o controle da situação da Somália e de outros países da região denominada Chifre da África, que incluem o Quênia e Etiópia, depende da comunidade internacional. O objetivo é reunir aproximadamente US$ 2,4 milhões na tentativa de conter a crise alimentar na área.
A Somália é o país mais afetado pela fome e pela seca na região.
De acordo com especialistas, a crise atinge cerca de 13 milhões de somalis. As principais vítimas são crianças com menos de 5 anos. Entre as causas do problema estão o longo período de seca, que comprometeu a produção agrícola – principalmente milho e sorgo –, os conflitos armados internos e a redução de salários dos trabalhadores.
Neste mês de setembro, a Companhia também está atendendo outros países, como Coréia do Norte, Haiti, Moçambique, Sudão, Zimbábue, El Salvador, Nicarágua, Guatemala, Etiópia e Honduras. Além do feijão e do milho, o arroz é outro produto que é doado a alguns desses países. Esta ação da Conab ocorre em cumprimento à Lei 12.429, que autoriza o Poder Executivo a doar estoques públicos de alimentos, para assistência humanitária internacional.
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